«No nací ahí. Ni después, cuando me dieron un nombre y un personaje. Ni antes, mucho antes, cuando todo lo increado fue creado y puesto a punto para su interacción en el plano sensible»

05.03.23

«O pior erro, dizia ele [george gurdjieff], é crer numa unidade permanente do homem. Mas o homem nunca é um. Muda continuamente. Raramente permanece idêntico, mesmo por meia hora. Pensamos que um homem chamado Ivan é sempre Ivan. Nada disso. Agora é Ivan, um minuto mais tarde Pedro e, mais tarde ainda, Nicolau, Sérgio, Mateus, Simão. Mas todos pensam que ele é Ivan. Sabem que Ivan não pode praticar certos atos, não pode mentir, por exemplo. E agora descobrem que Ivan mentiu e ficam muito surpresos porque ele, Ivan, tenha podido fazer tal coisa. É verdade, Ivan não pode mentir; foi Nicolau quem mentiu. E, a cada vez, Nicolau mentirá de novo, porque Nicolau não pode deixar de mentir. Ficarão espantados quando se derem conta da multidão desses Ivan e desses Nicolau que vivem num só homem»

p.d. ouspensky

«A veces pienso que me hacen falta tus noticias astrológicas para entender un poco el día a día»

05.08.22


vini moreira, gabriela gennari, īhuān sierra-ojeda, maria alemany + andré meloni, habitantes de casa vegana, de paseo por el jardín japonés de montevideo
14.07.19

«Todo es hoy. Todo está presente. Todo está, todo es aquí. Pero también todo está en otra parte y en otro tiempo. Fuera de sí y pleno de sí»

octavio paz



con tobías álvarez di desidero en el museo universitario arte contemporáneo de la universidad nacional autónoma de méxico
    ciudad de méxico
    año 2016 o anterior

«fingindo ser o que eu já sou»

línea de la canción liberdade, escrita por marcelo camelo




montevideo, uruguay
ihuan@sierra-ojeda.net